
O quarteto, que mistura elementos que vão do trash aos ritmos regionais, está junto desde 2000 e contabiliza apresentações na extinta Ziggy Box, no clássico DCE da UFG, além de Anápolis e Goianésia. Mesmo sem muito ensaio eles encararam a seletiva do ROCK SE7E e serão a penúltima a subir ao palco, com o espírito metalcore que os caracteriza.
O nome da banda tem algo a ver com algum tipo de postura contra o consumo de drogas?
Não, na época que estávamos escolhendo o nome da banda esse assunto estava na mídia, então por falta de opção de nomes resolvemos colocar Anti-dopping.
A banda estava confiante durante as seletivas do ROCK SE7E?
Pra falar a verdade, não estávamos muito confiantes, porém bem ensaiados. Nosso vocalista (Fabio Passaglia) mora em Goianésia e a gente só ensaiou uma vez antes da apresentação, por isso a falta de confiança.
No processo de produção das músicas todos participam ou alguém toma frente e passa para os outros?
Na parte das letras o que mais cria é o guitarrista (Formiga),apesar de ter letras do vocalista e do baixista, mas no instrumental a idéia surge na hora dos ensaios, aí já começamos a criar e trabalhar nas músicas.
O pessoal mais conservador do metalcore não é chegado a letras em português, como são as da Anti-dopping. O que acham disso?
Na Anti-dopping as todas as letras são em português, e a gente acha que dá pra encaixar sim o português nas letras, pois o mais impressionante do metalcore é a parte instrumental.
A crítica social é comum no meio hardcore e metalcore. Vocês acham que os músicos, por comunicarem diretamente com o público, têm uma certa função social de alerta ou coisa parecida?
Acredito que sim. Ao interagir com o público o músico acaba tendo essa responsabilidade,mais não sem uma função social de alerta e sim uma maneira de viver esse estilo.
Como está o espaço para as bandas de metal e hardcore aqui? Falta melhorar algo?
Existem muitas bandas, mas lugar pra tocar não.Há muitas bandas boas sem fazer show por falta de oportunidade em vários festivais ocorrem a chamada "panelinha" e isso é o que prejudica as bandas. Pra melhorar acredito que as pessoas precisam escutar novas bandas e reconhecer a capacidade que elas possuem.
Vocês viram no ROCK SE7E, devido á integração entre produção e bandas, um diferencial no sentido de melhorar o que existe em relação às chamadas "panelinhas"?
Com certeza, foi uma ótima atitude tomada pela organização, as bandas classificadas, além do reconhecimento, estão recebendo valorização do seu trabalho,e acho que merecemos isso. Bandas que são pouco conhecidas agora vão mostrar o que sabem fazer.
Há previsão de lançamento de disco, mesmo que só em formato virtual?
Pretendemos gravar algumas músicas no final do segundo semestre.
Pra lançar só na internet mesmo?
Sim, vamos gravar e lançar na internet em busca de divulgação.
No show que vão fazer no ROCK SE7E vai rolar algum cover?
Quais são os escolhidos?
Raimundos por que é a banda principal na qual nos inspiramos, Korn e provavelmente Sepultura.
Como estão as expectativas para o show do festival?
As expectativas são boas. É a primeira vez que vamos nos apresentar no Martim Cererê e queremos fazer bonito pra não decepcionar a galera.
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Anti dopping é:
Fabio Passaglia - Vocal
Formiga - Guitarra
Alfredo Sabh - Baixo
João Vitor - Bateria
>> Ouça Anti-dopping em: www.purevolume.com/antidopping
>> Anti-dopping no Orkut: ttp://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19766686
>> Vote na Anti-dopping na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076
2 comentários:
Viva ao Anti-Doppingggggggggggggggggg
\\o//
e isso caras mandem ver...
Renan: Ktalepsia/Desanimator
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