sábado, 1 de março de 2008

Entrevista: Anti-dopping



O quarteto, que mistura elementos que vão do trash aos ritmos regionais, está junto desde 2000 e contabiliza apresentações na extinta Ziggy Box, no clássico DCE da UFG, além de Anápolis e Goianésia. Mesmo sem muito ensaio eles encararam a seletiva do ROCK SE7E e serão a penúltima a subir ao palco, com o espírito metalcore que os caracteriza.

O nome da banda tem algo a ver com algum tipo de postura contra o consumo de drogas?

Não, na época que estávamos escolhendo o nome da banda esse assunto estava na mídia, então por falta de opção de nomes resolvemos colocar Anti-dopping.



A banda estava confiante durante as seletivas do ROCK SE7E?

Pra falar a verdade, não estávamos muito confiantes, porém bem ensaiados. Nosso vocalista (Fabio Passaglia) mora em Goianésia e a gente só ensaiou uma vez antes da apresentação, por isso a falta de confiança.



No processo de produção das músicas todos participam ou alguém toma frente e passa para os outros?

Na parte das letras o que mais cria é o guitarrista (Formiga),apesar de ter letras do vocalista e do baixista, mas no instrumental a idéia surge na hora dos ensaios, aí já começamos a criar e trabalhar nas músicas.



O pessoal mais conservador do metalcore não é chegado a letras em português, como são as da Anti-dopping. O que acham disso?

Na Anti-dopping as todas as letras são em português, e a gente acha que dá pra encaixar sim o português nas letras, pois o mais impressionante do metalcore é a parte instrumental.


A crítica social é comum no meio hardcore e metalcore. Vocês acham que os músicos, por comunicarem diretamente com o público, têm uma certa função social de alerta ou coisa parecida?

Acredito que sim. Ao interagir com o público o músico acaba tendo essa responsabilidade,mais não sem uma função social de alerta e sim uma maneira de viver esse estilo.


Como está o espaço para as bandas de metal e hardcore aqui? Falta melhorar algo?

Existem muitas bandas, mas lugar pra tocar não.Há muitas bandas boas sem fazer show por falta de oportunidade em vários festivais ocorrem a chamada "panelinha" e isso é o que prejudica as bandas. Pra melhorar acredito que as pessoas precisam escutar novas bandas e reconhecer a capacidade que elas possuem.



Vocês viram no ROCK SE7E, devido á integração entre produção e bandas, um diferencial no sentido de melhorar o que existe em relação às chamadas "panelinhas"?

Com certeza, foi uma ótima atitude tomada pela organização, as bandas classificadas, além do reconhecimento, estão recebendo valorização do seu trabalho,e acho que merecemos isso. Bandas que são pouco conhecidas agora vão mostrar o que sabem fazer.


Há previsão de lançamento de disco, mesmo que só em formato virtual?

Pretendemos gravar algumas músicas no final do segundo semestre.


Pra lançar só na internet mesmo?

Sim, vamos gravar e lançar na internet em busca de divulgação.



No show que vão fazer no ROCK SE7E vai rolar algum cover?

Vai sim.


Quais são os escolhidos?

Raimundos por que é a banda principal na qual nos inspiramos, Korn e provavelmente Sepultura.



Como estão as expectativas para o show do festival?


As expectativas são boas. É a primeira vez que vamos nos apresentar no Martim Cererê e queremos fazer bonito pra não decepcionar a galera.

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Anti dopping é:
Fabio Passaglia - Vocal
Formiga - Guitarra
Alfredo Sabh - Baixo
João Vitor - Bateria



>> Ouça Anti-dopping em: www.purevolume.com/antidopping

>> Anti-dopping no Orkut: ttp://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19766686

>> Vote na Anti-dopping na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076

Programa Reator se une ao ROCK SE7E FESTIVAL

As bandas e a produção do ROCK SE7E vão dar as caras no programa Reator. Sob o comando de Pedro Fernandes, o programa vai ao ar de sugunda a sexta-feira, às 21h, na Rádio Mídia (http://www.radiomidia.com/), no DMTV (http://www.dmtv.com.br/), às 15h20 e às 22h e na programação da TV a cabo Net, no canal 36.
Em breve vão rolar programas especiais e uma cobertura do festival no Reator. Esta é mais uma parceria importante para o festival que, aos poucos, está mostrando sua força e que veio para ficar.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Entrevista: Vaillant


Em março do ano passado surgia a Vaillant , com seu metal/hardcore. Um ano se passou e, após selecionados para a disputa do ROCK SE7E FESTIVAL, eles vivem a ansiedade de estrear no palco do Martim Cererê. Os integrantes acreditam que para que as coisas melhorarem para o rock em Goiânia é preciso que as pessoas respeitem mais os sons com os quais não têm afinidade

Quando vocês se inscreveram para as seletivas do Rock Sete, já estavam certos de que chegariam à final ou foi algo não muito esperado?

A gente se inscreveu ao mesmo tempo com muito ânimo e, também, um certo desânimo pelo medo de o som que a gente faz não se encaixar muito com o que foi pedido, mas acho que só ficamos mais confiantes após o dia em que a gente se apresentou na seletiva. Nós acreditávamos que tínhamos um bom som, mas não sabíamos como estava o nível das outras bandas


A Vaillant está completando um ano. Mudou alguma coisa na cabeça dos integrantes em relação à banda durante esse período?

Ninguém mudou muito de opinião sobre o som, só que agente foi adquirindo mais influências durante esse tempo, daí sempre rola uma idéia nova em cada música, mas nenhuma mudança.


No processo de produção das músicas todos participam ou alguém toma frente e passa para os outros?

Sim. O JP (vocalista) escreve as letras aleatoriamente, então o Bernardo geralmente faz a música inteira pela guitarra.e ,às vezes, o resto da banda acrescenta alguma coisa. O baterista ouve e cria a parte dele e o baixo costuma seguir a linha da guitarra.

O que falta para melhorar o espaço para as bandas de rock em Goiânia?

Na verdade na cena rock não falta nada, só espaço pra fazer show e o povo abrir mais a cabeça.

Abrir a cabeça em ralação a quê?

Em relação a respeito. As pessoas não respeitam o que não gostam


Se as bandas tivessem mais união e ação todos seriam felizes pra sempre em Goiânia Rock City?

Ah mais felizes com certeza, mais isso é impossível.

Por que?

Por que tem muita gente que não se gosta nesse meio e muita gente de nariz empinado que acha que a sua banda é a melhor daqui


Tocar no Martim Cererê, no palco mais importante do rock goiano, faz parte da trajetória da consolidação da maioria das bandas alternativas em Goiânia. Como está a expectativa para o "batismo" da Vaillant no lugar?

A expectativa ta muito boa. A gente espera fazer um show bem empolgante pra gente e pra quem estiver lá vendo.

Onde ambicionam tocar um dia?

No Hangar 110, em São Paulo.
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Vaillant é:
Vocal: JP
Guitarra: Bernardo e Bob
Baixo: Pafonso
Bateria: Rodrigo

>> Ouça Vaillant em www.myspace.com/vaillantrock

>> Vaillant no Orkut:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=32201791

>> Vote na Vaillant na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076